Avanos

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Informações gerais

 

Avanos é uma cidade e distrito que está situada aproximadamente 18 km a norte da província de Nevşehir, na região histórica e turística da Capadócia, na Anatólia Central, na Turquia.
A área de distrito é quase 994 km² e a altitude média é de 920 metros, também ela é o ponto mais alto do Monte Ismail Sivrisi, com 1,756 m.

 

A cidade está separada do resto da Capadócia, pelo o rio mais longo da Turquia, o Quizil Irmaque (ou Hális).

 

Ela é um destino turístico muito importante por causa da beleza natural da cidade velha com as suas ruas empedradas e vistas sobre o rio, além da fama única pelas suas tapeçarias, e cerâmica feito de barro vermelho, extraído das margens do Quizil-Irmaque. Essa é a atividade tradicional mais antiga do país, desde o tempo dos hititas ainda muito importante atualmente.

 

O clima de Avanos

 

Ela tem clima continental, com invernos frios e úmidos, e verões quentes e secos.

 

História 

 

A cidade de Avanos era conhecida antigamente como Venessa. Ela tem vestígios do período hatita e um templo dedicado ao deus grego Zeus datado do período helenístico. Além disso, tem ruínas preciosas do período bizantino, turcos seljúcidas, e o Império Otomano.

 

Atrações turísticas de Avanos 

 

As mesquitas históricas da cidade como, a mesquita seljúcida de Aladdin e a mesquita otomana de Yeralti, esta última do século XVI.

 

Zelve é um complexo monástico, a cerca de 5 km de Avanos e a 1 km de Paşabağları. Lá também Existem numerosas ruínas de habitações trogloditas.  

 

Sabe-se que em Zelve viveu uma importante comunidade cristã, que o local foi o centro religioso da região entre os séculos IX e XIII e aí foram fundados os primeiros seminários para padres.

 

Igreja de São João Baptista, em Cavuşin, Foi construída no século V. se pensa ter sido um destino de peregrinações.

 

Igreja de Nicéforo Focas, em Cavuşin, também conhecida como Casa dos Pombos, ela tem frescos comemorativos da passagem do imperador bizantino Nicéforo II Focas pela Capadócia em 964-965, durante a sua campanha militar na Cilícia. Tem gente acredita que os frescos comemoram uma peregrinação do imperador à vizinha igreja de São João Baptista.